A espera pelo Ketchup

Depois de terminar as tarefas, lacrar hermeticamente os acessos à guilda, trocar amenidades verbalmente com uma habitante adjacente, abrir todos os acessos à guilda hermeticamente fechados para apanhar uma brochura que Vítima havia esquecido e trancar tudo novamente, partiram, então, com Antares levando consigo uma coletânea de notícias impressa em celulose de baixa gramatura e uma garrafa sesquilítrica contendo o solvente universal.
Chegaram ao estabelecimento típico australês sem maiores problemas, mas Vítima não gostou de algo no serviço de relocação e logística de carruagens movidas a combustão, e "deixou de ser simpática" com os prestadores do serviço.
Ainda haviam de chegar R.P.; seu consorte, Mecatrônico e Tecnocrata. Como Antares e o Equilibrista careciam de sustância, resolveram pedir a famosa cebola em flor enquanto esperavam. O trio estranhou a falta de um recipiente de condimento agridoce rico em licopeno, tradicional em todas as casas da franquia, então solicitaram-no a uma atendente, que não era o oficial da mesa, pois este havia desaparecido.
Haviam consumido quase metade da cebola, mas o condimento ainda não chegara. Vítima ameaçou "deixar de ser simpática" e sua irmã reclamou com alguém que parecia ser a gerente. A suposta gerente acionou seu comunicador de ondas de curta distância para pedir providências (o grupo estava no primeiro andar, e suspeitou que tal procedimento seria utilizado por ela para evitar o esforço de descer e subir novamente as escadas). Em poucos instantes um pote cerâmico contendo o condimento foi trazido à mesa. Em seguida, aquela atendente trouxe outro pote com igual conteúdo. Coincidentemente (ou não), o atendente oficial passou a visitar a mesa com mais freqüência.
continua
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